De uns tempos pra cá, a moda dos sites e revistas musicais é revisitar álbuns antigos para uma reavaliação. Dessa vez, um dos destaques do “The Guardian” foi para o álbum “American Life“, de 2003. Confira:

Antes: A mão pesada, “wake up sheeple!“, um despertar político
Agora: Uma espiada estranhamente brilhante por trás da corda de veludo da fama.
O nono álbum de Madonna, uma dissecação do sonho americano à luz do 11 de setembro e a escalada para a guerra do Iraque, foi difícil de amar em seu lançamento em 2003. A faixa-título e o primeiro single foram prejudicados por aquele rap, em que enemas de café se misturavam com gritos para seu Mini Cooper. Mas por baixo do slogan “dinheiro e fama não fazem vocês felizes, pessoal”, American Life oferece-nos um vislumbre tentador da Madonna “real” e sem adornos. Nothing Fails com toque gospel e a guitarra em Intervention são canções de amor gloriosas e descaradas, enquanto Mother and Father revelam o trauma de sua infância em meio ao electro-pop fragmentado. Seu melhor álbum? Talvez.
Michael Cragg

De odiado a aclamado, o álbum divide opiniões até hoje! Qual sua opinião dele? Conta pra gente!

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