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Madonna é, mais uma vez, ignorada pelo Grammy

Acaba de ser divulgada a lista de indicados ao Grammy 2.020, e, para a surpresa (ou não), Madonna não aparece em NENHUMA categoria. Não é a primeira vez que a Rainha do Pop é ignorada por premiações, muitas das quais ela carregou nas costas em edições anteriores.

Com apenas 28 indicações e 7 prêmios recebidos, percebemos que o preconceito com a Rainha não é de hoje. Claro, que agora, com 61 anos, o machismo e o etarismo se vêem mais presentes nas duras críticas que ela recebe por todos os lados. Não precisamos ir atrás de haters, só em ler algumas críticas do álbum “Madame X” que percebemos o quanto ela é injustiçada em seus trabalhos.

O que nos conforta é que Madonna entregou ao mundo um trabalho coeso, com inúmeras críticas positivas, repleto de cultura!

Enquanto Bruce Springsteen aceita graciosamente a sua cidadania sênior em seu novo álbum, Western Stars, Madonna não age como velhinha em seu Madame X. Soando mais energizada e aventureira do que em anos para o primeiro álbum dos seus 60 anos, ela ainda se esforça para chegar ao limite. Claro, o álbum é desigual em alguns pontos e encerra com a balada hino I Rise, programada perfeitamente para a comemoração do Orgulho Gay. “Morreu mil vezes/ Consegui sobreviver”, canta Madonna, que prova mais uma vez porque é a melhor sobrevivente do pop ! – New York Post

Madonna demole muros em Madame X, seu disco mais multicultural e experimental. Enquanto o mundo se surpreende com os sintomas de um certo neonacionalismo emergente em alguns países, Madonna vai na contramão – ora, que surpresa, não? – e aposta na demolição de muros em Madame X, seu álbum mais multicultural, político e experimental. Madonna vem quente e vem forte. Que rufem os tambores. Desta vez, literalmente. – O Globo

Madame X é ousado, bizarro, auto-referencial e diferente de qualquer coisa que Madonna já tenha feito antes. Pela primeira vez desde Confessions, talvez, há um brilho nos olhos de Madonna; o seu visível, não o com o tapa-olho, pelo menos. Ela visita o pop latino, o eurotrash, o trap melancólico, a discoteca de Nova York, o house e o reggaeton. Sonicamente inquieta, Madame X não imita as tendências pop atuais, mas as transforma em novas formas. Um registro que lida com o fato de ser “demais”, e no final das contas, se recusa a atenuar as coisas. – NME

Vamos mostrar ao mundo o quão importante, impactante e maravilhoso o álbum “Madame X” é! Não é Madonna que não merece um Grammy pelo seu trabalho, é o Grammy que não merece uma obra prima como “Madame X” concorrendo ao lado de muitos trabalhos fúteis e vazios!