A renomada revista “Rolling Stone” elegeu os 500 melhores álbuns de todos os tempos em uma recente edição. A lista dos 500 melhores álbuns de todos os tempos da revista foi publicada originalmente em 2003, com uma ligeira atualização em 2012. Ao longo dos anos, foi o artigo mais lido – e discutido – na história da revista (ano passado, o RS 500 obteve mais de 63 milhões de visualizações no site). Mas nenhuma lista é definitiva – os gostos mudam, novos gêneros surgem, a história da música continua sendo reescrita.

Então decidiram refazer a lista de melhores álbuns do zero. Para isso, receberam e tabularam as listas dos 50 melhores álbuns de mais de 300 artistas, produtores, críticos e figuras da indústria musical (de programadores de rádio a chefes de gravadoras, como o CEO da Atlantic Records Craig Kallman). O eleitorado inclui Beyoncé, Taylor Swift e Billie Eilish; artistas em ascensão como H.E.R., Tierra Whack e Lindsey Jordan do Snail Mail; bem como músicos veteranos, como Madonna, Adam Clayton e Edge of U2, Raekwon do Wu-Tang Clan, Gene Simmons e Stevie Nicks.

Vamos a lista?

138. The Immaculate Collection

Como o álbum de remixes de 1987, “You Can Dance“, este é um CD perfeito da Madonna: nada além de boas canções. Você obtém pop atemporal como “Holiday“, provocações como “Papa Don’t Preach“, clássicos da dança como “Into the Groove” e um novo sex jam co-produzido por Lenny Kravitz, “Justify My Love“.

222. Ray of Light

Para seu primeiro disco pós-maternidade, Madonna e o produtor William Orbit mostraram ao mundo que a música eletrônica não precisava ser fria. Músicas como a faixa-título e “Nothing Really Matters” são movidas pela batida, mas contidas – cheias de calor e admiração. “Ray of Light” também apresenta sua melhor voz de todos os tempos. “Um raio de luz para mim é a esperança”, disse Madonna, descrevendo sua inspiração ao fazer o álbum. “Estamos avançando, mas isso não significa que você pode perder o contato com o lado espiritual das coisas.

331. Like a Prayer

Gosto do desafio de fundir arte e comércio”, disse Madonna à Rolling Stone. Depois de dominar o pop dos anos 80 sem sempre obter o respeito da crítica que merecia, Madonna finalmente ganhou reconhecimento artístico com seu conjunto de canções mais pessoal, incluindo “Till Death Do Us Part” e “Oh Father“. E ela acertou o lado comercial com “Express Yourself” e a faixa-título, cujo vídeo fez o Vaticano falar sobre blasfêmia. “Eu rezo quando estou com problemas ou quando estou feliz”, disse ela. “Quando eu sinto qualquer tipo de extremo.”. “Like a Prayer” fundiu todos os seus extremos brilhantemente.

Para conferir a lista completa, clique aqui. Tradução RainhaMadonna